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sábado, 26 de dezembro de 2015

Star Wars: O Despertar da Força

 O público sempre se entusiasma quando descobre que uma nova franquia de cinessérie clássica de sucesso é produzida. E, obviamente, nada é mais popular na telona do que os filmes de Star Wars. Este episódio VII promete mais uma safra espetacular, e já é garantia de recordes de bilheterias, mundo afora, algo nada surpreendente.

 Um dos diretores da moda do momento, J.J. Abrams, responsável por "Missão Impossível 3" e "Além da Escuridão - Star Trek", é a escolha ideal para essa super aventura de ficção científica. Ele também comanda o roteiro, ao lado do experiente, e também cineasta, Lawrence Kasdan (Michael Arndt também colabora nessa saga idealizada por George Lucas). Outro fator evidente, é que trata-se de uma produção tecnicamente perfeita, desde os efeitos, passando pela direção de arte, fotografia e figurinos, até a trilha sonora. Tudo agradável!

 O que mais surpreende mesmo é o retorno dos protagonistas dos episódios IV, V e VI. Harrison Ford comanda a fita, e transmite bom humor como o seu Han Solo (Peter Mayhew também retorna como o seu inseparável Chewbacca). Carrie Fisher também está de volta como a princesa Leia. E Mark Hamill, ao menos nesse filme, tem apenas uma cena como o herói Luke Skylwalker, mas já fica óbvio que ele ganhará a ação nos próximos filmes.

 Fora os veteranos, Abrams comanda um elenco de novatos que segura bem a responsabilidade de seus personagens. Quem protagoniza dessa vez é uma figura feminina, a catadora de lixo Rey (Daisy Ridley) que, acidentalmente, acaba tendo acesso a um mapa que leva ao mito Luke Skywalker, objeto de cobiça das forças do mal. Isso ocorre, quando ela encontra o simpático robozinho BB-8, possuidor do mapa que lhe foi entregue pelo seu dono, o piloto Poe Dameron (Oscar Isaac), perseguido pelos militares comandados pelo obscuro e maligno Kylo Ren (Adam Driver) que almeja o poder. Dameron recebe a ajuda do soldado Finn (John Boyega), tido como traidor, e eles acabam cruzando o caminho de Rey, Han Solo e Chewbacca, e todos se unem para derrotar o mal. 

 A sinopse que eu tentei esboçar foi de uma forma para não divulgar spoiler, nem contar as surpresas que vão surgindo, e não são poucas. Algumas delas, que fique bem claro, não vão agradar aos fãs, mas há muito ainda para se observar nos próximos episódios. Enfim, um entretenimento de alto padrão, garante a diversão da plateia, e apenas demonstra que toda a série Star Wars é de fato bem sucedida em todos os detalhes. Ainda no elenco, o veterano Max von Sydow no comecinho, e uma mal aproveitada Lupita Nyong´o num papel em que ela não dá as caras, literalmente. Há também Andy Serkis, Donhnall Gleeson, Simon Pegg e Anthony Daniels também de volta como o simpático cativante robô C-3PO. 

 Que o despertar da força acompanhe todo o público para essa eletrizante produção! E que venham os próximos filmes!!!! Até mais.

TRAILER:

quarta-feira, 17 de março de 2010

Ilha do Medo

Conforme havia mencionado na postagem anterior, no último sábado assistimos Ilha do Medo, o novo filme de Martin Scorsese. Como gosto muito do cineasta, já aguardava assistir ao filme com alguma expectativa. E admito: gostei.

Scorsese é aquele tipo de diretor que faz de tudo: ainda que, frequentemente, dirija filmes de gângsters (Os Bons Companheiros, Cassino, Os Infiltrados), já fez comédia (Depois de Horas), drama romântico (A Época da Inocência), biografia (O Aviador) e até terror (Cabo do Medo). E está de volta no gênero sobrenatural com esse suspense acima da média.

Leonardo DiCaprio (atualmente, o ator predileto do diretor) interpreta o policial Teddy Daniels que, junto com seu parceiro, Chuck Aule (Mark Ruffalo, de E Se Fosse Verdade), é convocado para investigar o misterioso desaparecimento de uma mulher chamada Rachel, uma paciente de um hospital psiquiátrico, localizado numa ilha chamada Shutter. A história se passa nos anos 50, e enqaunto DiCaprio tenta solucionar o mistério, é assombrado por alucinações do passado, em que recorda sua atuação profissional contra os nazistas, e a morte acidental de sua esposa, Dolores Chanal (Michelle Williams), que morreu queimada no prédio em que moravam. As coisas se complicam, quando o policial começa a desconfiar que está envolvido numa possível cilada.

Com muitas reviravoltas no roteiro, escrito por Laeta Kalogridis ( e adaptado do livro de Dennis Lehane), além de contar com boa direção de arte e fotografia, Ilha do Medo surpreende o espectador, por conta de algumas pistas falsas que a trama apresenta e que, aos poucos, vai mostrando onde quer chegar. A conclusão pode desagradar àqueles que esperam um suspense previsível e com desfecho feliz para o herói. Isso pode ocorrer facilmente, porque o tempo todo estamos torcendo para DiCaprio solucionar o mistério. Mas, Scorsese, reserva algumas surpresas no desenvolvimento da história, que lembra um pouco produções como O Sexto Sentido, Os Outros e Identidade. Espero não estar revelando nada; em todo caso, relaxem: DiCaprio não é um morto-vivo, que depois descobre que morreu.

No elenco, destaque também para a participação de Patricia Clarkson que, apenas em uma cena, desenvolve uma personagem interessante, e que trás informações surpreendentes para a história. Talvez se a personagem surgisse novamente, próximo ao fim, o filme tomaria um rumo mais agradável ao espectador. Os veteranos e excelentes Ben Kingsley e Mas Von Sydow, interpretam os médicos/diretores do hospital, que tornam-se obstáculos para as investigações de DiCaprio. E Jackie Earle Haley ( o novo Freddy Krueger, da nova safra A Hora do Pesadelo ) faz um lunático, que apresnta algumas pistas para o desfecho. Paro por aqui, estou revelando muita informação.

Enfim, Ilha do Medo é um thriller eficiente, muito bem dirigido e protagonizado, e que prenderá a atenção dos fãs do gênero. Após a conclusão do filme, existe a possibilidade de diversas leituras alegóricas sobre a personagem de DiCaprio. Recomendo com o maior prazer. Abraços!

TRAILER:

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

O Lobisomem

Faz uma semana que assisti a esse filme no cinema. Nunca demorei tanto tempo para postar um filme inédito que vejo na tela grande, mas as férias foram embora, o que dificultou um pouco a minha pontualidade no blog. Esse filme, eu e a Gisele assistimos no Shopping Aricanduva, quando não conseguimos entrar na piscina do Sesc Itaquera... Assistimos no Cinemark do Interlar, onde as salas são muito ruins!

Bom, o filme é um passatempo agradável, alternando momentos de humor e outros aterrorizantes (achei um tanto sangrento demais). Trata-se de uma refilmagem do clássico de 1942, estrelado por Lon Chaney Jr., Claude Rains e Bela Lugosi. Aqui, quem interpreta o personagem título é Benicio Del Toro, que se enquadra bem no papel, mesmo não tendo pinta de galã (o pior é que ele tenta convencer). Enfim, Del Toro surge na Inglaterra vitoriana após descobrir que seu irmão fora brutalmente assassinado por algo ou alguém, que não parece ser humano. Hospeda-se no castelo de seu pai ( Anthony Hopkins, com seu típico humor britânico ), e se apaixona pela viúva de seu irmão ( Emily Blunt, que apesar de apática aqui, está se tornando estrela ). Sua vida se modifica, quando é atacado por um lobo. E todo mundo sabe o que acontecerá quando surgir a lua cheia...

O cineasta Joe Johnston ( do espetacular Jumanji ) trabalhou propositalmente com uma fotografia escurecida, com o intuito de apresentar um clima perturbador e sombrio. Eu ainda não assisti a produção original de 42, mas o roteiro de Andrew Kevin Walker e David Self seguiu, linearmente, a história do filme anterior. Como disse no início, achei bastante violento para um "terror de época", no estilo "Drácula de Bran Stoker (1992)" ou "Frankenstein de Mary Shelley (1994)". Entertanto, O Lobisomem , mesmo que esquecível, cumpre seu tempo de projeção e entretém o público. Ainda no elenco, o australiano Hugo Weaving (o melhor do filme) no papel do detetive, e a filha do grande Chaplin, Geraldine Chaplin, como uma cigana. Enfim, não há muita coisa a ser dita sobre o filme; achei razoável. O que irrita, de fato, é a deixa, na conclusão, para a possibilidade de uma nova sequência. Infelizmente, isso parece inevitável. Até a próxima!

TRAILER:

domingo, 3 de maio de 2009

O Exorcista

( EUA 1973 ). Direção: William Friedkin. Com Ellen Burstyn, Max von Sydow, Linda Blair, Lee J. Cobb, Kitty Winn, Jack MacGowran, Jason Miller, Mercedes McCambridge. 122 min.



Sinopse: Garota de 12 anos começa a agir estranhamente, o que preocupa bastante sua mãe. Esta, após procurar ajuda de diversos médicos, chega a conclusão de que sua filha está possuída pelo diabo. Assim, recorre a ajuda de um jovem padre, liberal e idealista, e de um veterano exorcista, que estava em missão no Iraque, com o intuito de salvar sua filha.

Comentários: Famoso clássico do terror indicado a 10 Oscar. Ganhou dois: roteiro adaptado (de William Peter Blatty, a partir de seu próprio livro) e sonorização. Foi indicado ainda para filme, diretor, atriz (Ellen Burstyn), ator coadjuvante (Jason Miller), atriz coadjuvante (Linda Blair), edição, fotografia e direção de arte. Um dos filmes do gênero mais famosos de toda a história do cinema. Além disso, se destaca por ser uma produção classe A, algo raro no cinema de horror. O diretor Friedkin estava em forma no período, e realizou essa assustadora produção, após ganhar o Oscar de diretor por "Operação França", em 71. E ele conduz muito bem esse filme, auxiliado pelo autor do livro em que o filme é baseado, Blatty, que assina o roteiro. Sem maiores esclarecimentos acerca da origem do diabo, Friedkin e Blatty mostram que a presença do mal se faz constante e pode exercer seu poder em qualquer simples mortal. Evidentemente, não se trata de um filme com temática religiosa, pois a garota possuída não é rotulada como uma terrível pecadora; nem pertence a uma família com tal característica. Trata-se simplesmente de uma cidadã comum, como qualquer outra pessoa e que de uma hora para outra, passou a receber manifestações demoníacas em seu corpo. E esse ponto de partida, sem dúvida, foi o responsável pelo clima de medo e perturbação que o filme causou em diversas platéias do mundo todo. Apesar do visual envelhecido dos anos 70 e da produção da época (bastante desatualizada para os nossos dias), o filme de Friedkin até hoje assusta e incomoda muitas pessoas. É bem verdade, todavia, que "O Exorcista" já foi bastante parodiado e satirizado ( "A Repossuída", "Todo Mundo em Pânico" ), e que a figura da endemoniada Linda Blair vomitando sorvete de pistache nos padres, chega até a ser rizível quando o filme é revisto nos nossos tempos. Mas, ainda assim, muitos não conseguem assisti-lo sozinhos na madrugada. Quanto ao elenco, Blair tornou-se famosa unicamente por esse filme. Atuou em outras produções, evidentemente, mas nunca conseguiu êxito como aqui. Talvez sua indicação ao Oscar tenha sido um tanto exagerada, já que quem interpreta a voz do demônio é a veterana Mercedes McCambridge, enquanto os competentes efeitos especiais da época são responsáveis pelos momento de levitação e o giro da cabeça, protagonizados pelo corpo da atriz. Outro fato importante que faz com que Blair seja lembrada por esse filme, são os boatos que surgiram sobre a morte da atriz, após a finalização dessa película (fato não ocorrido). Os demais atores estão competentes: von Sydow como o exorcista, Burstyn (estrela da época) como a mâe desesperada, Miller como o jovem padre, Lee J. Cobb como o detetive (que serve como alívio cômico). Enfim, com cenas polêmicas e que até hoje causam alguma discussão (como a da masturbação com o crucifixo), O Exorcista se consagra como o melhor filme de terror americano de todos os tempos já produzidos até hoje.

Por que gravei o filme: Recordo-me que já havia assistido na minha infância "O Exorcista" no SBT, mas o achei chato e cansativo por não ser um filme de serial killer, no estilo "Halloween" e "Sexta-Feira 13". Mas, ainda assim, me impressionei e me assustei muito com as manifestações demoníacas que invadiam o corpo da personagem de Linda Blair. Na maturidade, considerando "O Exorcista" como o melhor filme de terror já feito, não perdi a oportunidade de gravá-lo no Cinemax Prime. Esta versão que possuo é aquela que re-estreou nos cinemas em 2001, com cenas inéditas. Mas não são muitas, como o cartaz sugere (a única que marca é aquela em que Blair desce a escada como se fosse uma aranha). Apesar disso, um bom clássico do horror como O Exorcista é indispensável para qualquer fã de cinema.

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Trocas Macabras

( EUA 1993 ). Direção: Fraser C. Heston. Com Ed Harris, Max von Sydow, Bonnie Bedelia, Amanda Plummer, J.T. Walsh, Deborah Wakeham, Ray McKinnon, W. Morgan Sheppard, Valerie Bromfield. 120 min.



Sinopse: Na pacata cidadezinha Castle Rock, um senhor misterioso abre uma loja de antigüidades. Ele oferece sua mercadoria aos habitantes do lugar em troca de pequenos favores mal intecionados, que causam o caos no lugar.

Comentários: Boa adaptação de um livro de Stephen King, adaptado por W.D. Richter, torna esse filme de terror interessante e original. Realmente, trata-se de um enredo curioso, ao colocar a figura do mal (no caso, o dono da loja) como personagem central. É bem verdade que Hollywood já produziu diversos filmes em que o próprio diabo é uma referência dominante na vida de pessoas inocentes (O Exorcista, A Profecia, além das cópias descaradas destes filmes). Mas aqui, ele aparece encarnado e se diverte com maldades que faz o homem provocar em seu próximo, por troca de bens materiais. Aliás, o livre arbítrio e o condicionamento humano, com suas fraquezas e limitações, são o que favorecem os diversos tipos de maldades que são praticadas no decorrer do filme. Essa parece ser a intenção do filme dirigido por Fraser C. Heston (filho de Charlton Heston), que parecia ter um futuro promissor, mas não fez mais nada de importante. Trocas Macabras até tem alguma semelhança com o posterior "Advogado do Diabo", só que com produção mais simples, ainda que tenha um roteiro que consegue prender mais a atenção do espectador, em relação ao outro filme. Quem interpreta o "mal" é o bergniano Max von Sydow, numa interpretação convincentemente cínica e pavorosa. Ed Harris faz o xerife que pretende botar órdem no lugar, e Bonnie Bedelia interpreta a mocinha que é seduzida pela besta. Ainda que não seja sanguinolento (mas tem sangue), uma característica do gênero, Trocas Macabras é assustador e irônico nos momentos certos, apresenta cenas de tensão surpreendentes e merece ser conhecido, já que é uma novidade num gênero decadente e repetitivo.

Por que comprei o filme: Comprei no sebo da Penha por R$2,00 ou R$3,00. Levando em consideração que os sebos valorizam muito os filmes de terror, cobrando valores mais caros, até que não foi mal o fato de "Trocas Macabras" não ser um filme famoso. Assim saí lucrando! Mas é uma das melhores adaptações de Stephen King, um autor bastante explorado no cinema, geralmente em filmes mal-sucedidos. Uma das cenas que mais gosto é àquela em que duas mulheres (Amanda Plummer e Valerie Bromfield), manipuladas pelo diabo, duelam até a morte ao som de Ave-Maria! Além desta, a cena em que mostra os desentendimentos entre um padre e um pastor batista faz uma crítica à falta de fé de alguns líderes religiosos, e como estes também podem ser fácilmente corrompidos pelo mal. Enfim, um filme acima da média.

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Minority Report - A Nova Lei

( EUA 2002 ). Direção: Steven Spielberg. Com Tom Cruise, Colin Farrell, Samantha Morton, Max von Sydow, Lois Smith, Tim Blake Nelson, Peter Stomare, Kathryn Morris, Arye Gross, Jessica Harper, Ana Maria Horsford, Patrick Kilpatrick, Jessica Capshaw. 148 min.



Sinopse: No futuro, a criminalidade é quase inexistente, graças a um programa altamente avançado e desenvolvido que, através de imagens produzidas pela mente de pessoas inconscientes, identifica os crimes que ainda serão praticados. Um policial passa a desconfiar desse sistema, quando é descoberto que ele mesmo cometerá um assassinato em breve.

Comentários: Como se pode esperar de qualquer produção spielbergiana, temos em Minority Report uma produção técnicamente perfeita e caríssima. Ou seja, grandes efeitos especiais e visuais, excelente edição de som (indicada ao Oscar) e bons momentos de perseguição e suspense, além da enorme duração, 148 minutos (se é filme de Spielberg, tem que ter mais de 120 minutos, no mínimo!). O roteiro de Scott Frank e Jon Cohen, adaptado do livro de Philip K. Dick (o mesmo de Blade Runner - O Caçador de Andróides) oferece bons argumentos e uma história curiosa e interessante. Entretanto, claro que as boas idéias se tornam convencionais a partir do meio do filme, e os habituais clichês surgem inevitávelmente. Tom Cruise, em sua primeira parceria com Spielberg, soa a camisa, foge daqueles que querem capturá-lo e tenta provar sua inocência. Conta com a ajuda da mocinha Samantha Morton, após a indicação ao Oscar por "Poucas e Boas", que interpreta a cobaia para o projeto anti-criminalidade. Através da mente dela, o personagem de Cruise tenta descobrir a verdade sobre o crime que ele cometerá. E os clichês não param: o veterano Max von Sydow interpreta o mentor de Cruise, fazendo o típico personagem que ainda confia no inocente acusado, enquanto todos querem prendê-lo; Colin Farrell, o novo galã de Hollywood, faz o jovem policial arrogante que se antipatiza com o herói; Lois Smith atua em personagem semelhante ao Oráculo de Matrix (ou seja, fornece pistas ao herói, mas deixa o resto por conta dele). Uma surpresa, no entanto, é a personagem de Kathryn Morris, a ex-esposa de Cruise, que tinha uma rápida cena no meio do filme, e que ressurge para contribuir na desvendação final. Mas, como muitos filmes do gênero, a identidade do grande vilão não causa muita surpresa. Em todo caso, Minority Report, mesmo sem ser um novo Blade Runner, é um filme que alerta sobre os possíveis perigos das novas descobertas científicas e os equívocos que elas podem causar. Tudo isso é mostrado com grandes seqüências de ação e cenas curiosas e espetaculares (sobretudo, a operação nos olhos de Cruise), garantindo um bom divertimento, principalmente se o filme for assistido em DVD.

Por que comprei o filme: Comprei Minority Report no famoso Sebo do Messias por um preço bem mixuruca. E eu não iria perder a oportunidade de adqüirir essa super-produção milionária de Spielberg por apenas de R$ 2,00. Além disso, gosto do filme. Tem clichês sim, mas tem um roteiro interessante e conclusão que não decepciona. E também, deve-se levar em consideração que não é fácil fazer um filme de ação e ficção científica (principalmente nos dias de hoje) sem cair no clichê. Eu apenas percebo que Tom Cruise já está ficando um tanto decadente no gênero, mas isso não compromete as boas seqüências de adrenalina que assistimos na tela.

download: http://fcl.sx/wp-content/uploads/downloads/2011/01/Minority-Report.rar (torrent)