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sábado, 24 de novembro de 2012

A Saga Crepúsculo: Amanhecer - Parte 2

 Finalmente chegou o dia! Agora as adolescentes histéricas conseguiram controlar a ansiedade. Estreou o último filme da série Crepúsculo. Bom, como essa franquia foi um enorme sucesso de público, talvez a toda poderosa da vez, Stephanie Meyer, tenha mais alguma coisa embaixo da manga. Será? É possível, mas espero que não...

 Em todo caso, devo admitir que esse último episódio foi o melhor de toda série (pelo menos isso). E a trama acontece exatamente no mesmo instante em que acabou o Amanhecer Parte 1. Nasce a filhinha da agora vampira Bela, e com o nascimento, surgem novos problemas. Existe uma espécie de lei vampiresca, se é que se pode chamar assim, que proíbe a existência de crianças vampiras, pois estas, pela imaturidade, podem revelar para a humanidade a identidade deles. Assim, o casal Bela/Edward conta com a ajuda da família para defender a criança, e provar para todos os vampiros que a criança não é imortal, e portanto, não apresentará risco para ninguém. Além da família, o casal conta com a ajuda de vampiros de diversos lugares do mundo (inclusive duas brasileiras da Amazônia!). Ah, sim, o lobo Jacob também ajuda. E aí começa a aventura.

 O mais interessante desse grand finale é a cena da batalha entre os vampiros, muito bem conduzida pelo cineasta Bill Condon, que também esteve a frente do episódio anterior. Pode-se dizer que só essa cena já vale o ingresso do filme. Quanto ao resto, não há grandes novidades. A não ser o fato de que Kristen Stewart está menos irritante do que de costume. Ter se tornado imortal fez bem para ela: além de abrir menos a boca, ela está até bem corada! Sua imagem fotografa melhor assim, com certeza. E o próprio Robert Pattinson está menos pálido que das outras vezes, inclusive. Bom, essa foi a impressão que eu tive! ( ou será que eu já me acostumei com ele? ). Por fim, o Taylor Lautner continua arrasando a adolescentaiada  toda vez que aparece sem camisa, apesar de continuar com aquela cara de esquilo sem graça. Uma novidade, é que dessa vez o Jacob passa a se interessar pela filha de Bela (calma, ele não é pedófilo! É que existe um certo instinto entre vampiros e lobos, que faz com que eles descubram quem é ou será sua alma gêmea. Pois é, não se tem mais o que inventar...).

 Quanto aos coadjuvantes, Ashley Greene (a Alice), Nikki Reed (Rosalie) e Kellan Lutz (Emmett) ganham mais destaque em cena. Lutz, inclusive, surge como um galã de estepe para as alucinadas adolescentes (que também fizeram um auê por ele). Quem se destaca, no entanto, é o excelente britânico Michael Sheen, como o vilão Aro. Sua aparência demoníaca causa pavor em todas as cenas. Junto com ele, a ex-mirim Dakota Fanning também tem destaque como a vampira Jane. Por fim, ressalto que não havia percebido nos outros filmes o quanto estranha é Elizabeth Reaser, que faz a mãe de Edward. Não sei se é trabalho de maquiagem, mas não havia reparado o rosto esquisito que ela tem.

 O final da série faz lembrar um pouco o fim da saga Harry Potter. Ou seja, não se descarta uma nova sequência ou safra. Essa parece a mensagem... E, como eu disse, vai depender da vontade de Stephanie Meyer (que mais uma vez, foi adaptada pela roteirista Melissa Rosemberg), que no final das contas, foi a manda chuva da versão cinematográfica também. Independente disso, nos letreiros finais, o filme faz uma homenagem especial a todos os atores que apareceram durante a saga, do começo ao fim. Foi o momento mais nostálgico e simpático da produção!

 Finalizando, já admiti inúmeras vezes que eu não sou fã da série, mas, apesar disso, acompanhei a projeção em sua pré estreia (sim, minha esposa Gisele é a causa disso). E, se toda a série não foi lá grande coisa, pelo menos essa última parte não decepciona, graças a cena da batalha final. Por outro lado, o filme é um tanto preconceituoso com nós brasileiros em alguns momentos (falha imperdoável para os responsáveis pela produção, uma vez que o Brasil já foi cenário em Amanhecer Parte 1. Será que eles já não deveriam se informar melhor sobre nossos costumes?). Fora isso, quem nunca assistiu os outros episódios, não vai entender muita coisa. Agora, nem preciso dizer que Amanhecer-Parte 2 já é considerado o melhor filme do ano pelo seu "respeitável" público fiel. E quem não é tão fanático pela saga, mas quer conferir a conclusão na tela grande, fique despreocupado: ela ainda ficará em cartaz por um tempo bem longo... Salve Bela!

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quinta-feira, 24 de novembro de 2011

A Saga Crepúsculo: Amanhecer - Parte 1

Aconteceu. Se eu não fosse ao cinema conferir esse novo filme da série Crepúsculo, minha esposa Gisele iria me fuzilar. Então, fazer o que? O jeito foi conferir! E ainda tivemos que comprar os ingressos com um mês de antecedência, o que eu achei um baita dum exagero por parte de minha esposa. Enfim... O fato é que assistimos a versão legendada, e mesmo quando as cópias não são dubladas, as adolescentes histéricas de plantão não nos deixam em paz... Bom, já passou.

Nesse momento, após assistir aos três episódios anteriores, não tenho muito o que criticar. Afinal, já se sabe muito bem o que vai se suceder em cena. Também resolvi parar de criticar o trio central da fita; afinal, permanece óbvio o fato de que Kristen Stewart, Robert Pattinson e Taylor Lautner são inexpressivos e canastrões. Aliás, talvez a péssima atuação do trio seja um fator essencial para a existência do filme, ou seja, são tão ruins que nós nos acostumamos com eles. E o garotão Lautner, definitivamente, virou o atro popular entre a meninada fanática. Talvez, essa tenha sido uma surpresa inesperada para os produtores da série, pois, conforme os gritos histéricos, as tietes o preferem em relação ao protagonista Pattinson. Nada mal para um coadjuvante, ainda que tenha cara de esquilo vesgo.

Quanto a sinopse, a mocinha Bella finalmente se casa com o vampiro anêmico Edward, e ambos vão passar a lua de mel no (adivinhem...) Rio de Janeiro. O que acaba sucedendo, ainda que não seja tão surpreendente, é o fato de que Bella engravida, e tenta decidir se tem a criança, ou se realiza um aborto. O problema é que se trata de um neném-vampiro sedento por sangue, e se ela resolver tê-lo, pode morrer.

Para mim, foi o capítulo mais romântico, e também o mais sonolento, parado e irritante. Quase não há cenas de ação, os vampiros do mal não aparecem aqui, e tudo gira em torno da decisão da bocudona da Bella. Além disso, o Rio de Janeiro é mal fotografado e aparece, em sua curta duração, como um lugar abaixo do subdesenvolvido (exceto pelas cenas em Paraty, que recebe outro nome, e aparece como um paraíso distante e inabitável [!]). Sem contar, a presença de uma personagem brasileira chamada Kaure (não conheço ninguém com esse nome aqui), que parece uma índia e é vidente (ela sente o mal se aproximando de Bella). Ou seja, mais uma visão estereotipada e preconceituosa que o americano tem do Brasil. Pelo menos, essa personagem e o marido (que são caseiros do resort em Paraty) falam português, e não espanhol. Falando nisso, Pattinson, ao menos, não se sai tão mal ao falar o nosso idioma em algumas cenas.

Mas, como estava dizendo, em seus 117 minutos em cena, Amanhecer - Parte 1 só tende a agradar mesmo o seu público fiel, pois demora muito pra passar e é muito arrastado. A impressão que eu tenho é que isso foi feito propositalmente para deixar o melhor (se é que se pode dizer assim) para a parte 2. Nem mesmo precisava haver essa divisão em dois filmes; seria melhor prolongar um pouco a projeção, e colocar tudo de uma vez na projeção. No entanto, como se trata de um produto que vende muito, os produtores pensam nos zilhões que arrecadarão com mais um episódio da série.

No elenco, nenhuma novidade. Apenas a Sarah Clarke, que faz a mãe da Bella, aparece um pouco mais em cena; e o que roteiro não esconde é que a personagem Rose, feita pela atriz Nikki Reed, ganhará mais destaques na 2ª parte. Incomodo-me apenas com o excesso de maquiagem branca nos personagens vampiros. Não me recordo se nos outros filmes os personagens eram tão pálidos assim, sobretudo o vampiro feito pelo ator Peter Facinelli, que faz o médico (os olhos doem se olha muito para ele). A roteirista permanece sendo a mesma de toda série, Melissa Rosenberg, e o diretor da vez é o oscarizado pelo roteiro de Chicago, Bill Condon (de "Deuses e Monstros" e "Dreamgirls - Em Busca de Um Sonho"), que aliás, também dirigirá a 2ª parte.

Concluindo, Amanhecer - Parte 1 não aborrece tanto, mas cansa; e muito! Se você nunca assistiu a nenhum filme da série, desista de querer assistir a esse episódio, pois não entenderá nada. Há, pelo menos, uma cena mórbida que eu achei bizarra no melhor sentido da palavra: a tonta da Bella toma sangue no canudinho, naqueles copos típicos do MacDonalds, para alimentar o bebê. Que essa moda não pegue por aqui... Bom, pelo menos só resta mais um filme para conferir. Coragem, Robson, está acabando! Pelo menos minha esposa, que leu o livro, gostou bastante. Então, pelo menos as fãs vão aprovar. E só elas. Até!

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sábado, 10 de julho de 2010

A Saga Crepúsculo: Eclipse

Apesar de minhas fracassadas tentativas de recusa, não teve jeito: minha amada esposa me obrigou a assistir esse terceiro episódio da série ( e obviamente, não escaparei dos próximos), e tivemos as companhias das amigas Carol e Jennifer. É claro que a saga entretém e até diverte, mas cada vez mais me aborreço com essa baboseira adolescente...

O que eu poderia colocar como sinopse? Nada de mais: a sonsa Bella (Kristen Stewart) continua sendo o vértice do triângulo amoroso que inclui o vampiro Edward (Robert Pattinson) e o lobisomem Jacob (Taylor Lautner). Os rapazes não se bicam, evidentemente, mas se unem com o intuito de proteger a "donzela" da fúria da vampira do mal, Victoria (Bryce Dallas Howard), e de um novo comparsa dela, Riley (Xavier Samuel).

Ou seja, nada de especial. O cenário continua o mesmo dos filmes anteriores, Lautner continua a ficar sem camisa naquele tremendo frio de rachar (uma escrachada campanha de marketing para promover os dotes físicos do rapaz... Como as adolescentes de hoje estão histéricas, Meu Deus!), Pattinson continua apático, e mais anêmico ainda, e a tonta da Kristen Stewar continua... tonta! Aliás, nessa altura do campeonato, eu me questiono: é a atriz ou a personagem que é tonta? Ela persiste em ficar com aquele perfil irritante e com a boca aberta o tempo todo! Fica difícil imaginar que ninguém tenha percebido isso, e deixá-la permanecer desse jeito. Concluo, afinal, que ambas, personagem e atriz, são tontas!

Fora isso, o roteiro de Melissa Rosenberg desenvolve melhor a ação de alguns personagens secundários, que relembram fatos do passado, como é o caso da vampira Rosalie ( Nikki Reed) e o Dr. Carlisle Cullen ( Peter Facinelli ). Dakota Fanning, como a vampira Jane, tem mais destaque em cena, e Bryce Dallas Howard (de "A Vila"), substituiu a atriz que fazia a Victoria nos filmes anteriores. Aliás, foi a melhor coisa desse episódio. Quem foi o responsável por essa segunda sequência foi David Slade (que fez o surpreendente e polêmico "Menina Má.com"), que acrescenta mais tensão e sustos, pelo menos em alguns instantes.

Enfim, a série não é ruim (nem mesmo esse episódio). Mas essa febre toda já passou dos limites, e os protagonistas já passaram do patamar de insuportáveis. Espero que as duas últimas partes ("Amanhecer I e II") tragam algum interesse maior, embora creio que seja difícil. Em todo caso, o diretor, Bill Condon, é bom. Vamos aguardar... Até!

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domingo, 22 de novembro de 2009

A Saga Crepúsculo: Lua Nova

Talvez eu seja um dos únicos mortais que tenha assistido essa sequência, sem ter visto o original, Crepúsculo, o famoso best-seller de Stephenie Meyer, que, inevitavelmente, teve que se transformar em filme. Não é segredo pra ninguém que eu não aprecio filmes de adolescentes (gosto apenas das boas comédias dos anos 80, no estilo "Curtindo a Vida Adoidado"). Mas, minha amada esposa faz questão de acompanhar a saga, e eu não tive escolha, a não ser acompanhá-la nessa enrascada.

A pior coisa foi o shopping em que assistimos ao filme, um certo Plaza Sul, que eu nunca tinha ido, e que é extremamente horrendo. Para piorar ainda mais, só tinha a versão dublada no cinema; e por fim, nunca vi tanto adolescente alienado dentro de uma mesma sala de cinema. É impressionante como essa série de filmes está atraindo pré-adolescentes. Eu me senti um gaiato no navio, tive que sentar bem lá na frente (isso porque o shopping é ruim, imaginem outros!). E como é insuportável tolerar os berros das meninas quando os bonitões entram em cena. Afe...

Bom, admito que entrei na sala com o intuito de bombardear e odiar o filme (e as condições mencionadas por mim agora pouco somente favoreceram o meu intuito). Entretanto, não é um filme ruim, dá até pra se distrair e manter um pouco interesse. Por outro lado, é apenas uma produção banal, inútil, sem-graça, e que prende a atenção do seu público-alvo, apenas.

A mocinha é Kristen Stewart, que foi filha de Jodie Foster em "O Quarto do Pânicio", e que repete o papel da heroína do filme anterior. Uma atriz muito esquisita (mas não tão feia quanto dizem), e que fica de boca aberta constantemente. Aliás, isso seria aceitável se a moça fizesse o papel de uma vampira, mas não é o caso. Enfim, ela continua apaixonada pelo vampiro "emo" Robert Pattinson (um branquelo insuportável que as "ninfetas" não cansam de chamar de lindo), que dá um jeito de desaparecer do filme, por um longo tempo, quando entra numa crise existencial (pelo menos, foi o que me pareceu). A coitada, portanto, fica sozinha, começa a ter pesadelos, e cai nos braços de outro amigo, feito por Taylor Lautner, que as mesmas ninfetas berram que é gostoso, sendo que na verdade, tem cara de esquilo e tem por hobbie, se transformar em lobisomem. É óbvio que o vampiro anêmico ressurge, o triângulo amoroso fortalece, e as escandalosas da plateia entram na paranóia total. Ah, tem também uma vampirinha ruiva (uma certa Rachelle Lefevre), que não abre a boca, e tenta matar a mocinha, por conta de algo que aconteceu no primeiro episódio. Em alguns instantes, comecei a torcer por ela, mas de repente ela some...

Dessa vez quem dirigiu essa sequência, foi Chris Weitz, que fez o interessante "Um Grande Garoto", e a roteirista do anterior permaneceu, no caso, Melissa Rosemberg, de séries de tv. Ah, e a estrelinha Dakota Fanning tem participação pequena como uma vampira, que pertence a família de Pattinson. Reparem! O que me lastima é que ainda existem mais duas sequências para estreia. E eu, obviamente, terei que acompanhar a Gisele. O pior de tudo é que, mais uma vez, serei obrigado a dividir meu espaço com um excessivo número de pré-adolescentes histéricas, que anseiam o tempo todo, que os galãs (galãs????) saiam da sala e as ataquem. Bem que isso poderia acontecer! Porém, nas próximas vezes, não assistirei no Plaza Sul, um shopping detestável. Ao menos, disso, eu posso me salvar. Abraços!

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