sábado, 28 de outubro de 2017
Blade Runner 2049
sexta-feira, 19 de maio de 2017
Alien: Covenant
sexta-feira, 13 de janeiro de 2017
Passageiros
sábado, 26 de dezembro de 2015
Star Wars: O Despertar da Força
segunda-feira, 7 de setembro de 2015
Expresso do Amanhã
quinta-feira, 4 de junho de 2015
Mad Max: Estrada da Fúria
sábado, 9 de agosto de 2014
Planeta dos Macacos - O Confronto
segunda-feira, 30 de junho de 2014
Transcendence - A Revolução
sábado, 1 de março de 2014
Robocop
domingo, 13 de outubro de 2013
Gravidade
quinta-feira, 3 de outubro de 2013
Elysium
sexta-feira, 22 de junho de 2012
Prometheus
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Super 8
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Matrix
( EUA 1999 ). Direção: Larry Wachowski, Andy Wachowski. Com Keanu Reeves, Laurence Fishburne, Carrie-Anne Moss, Hugo Weaving, Joe Pantoliano, Gloria Foster, Marcus Chong, Robert Taylor, Paul Goddard, Julian Arahanga, Matt Doran, Belinda McClory, Ray Anthony Parker. 136 min.
Comentários: Matrix se consagrou no final dos anos 90 como uma absoluta inovação técnica para o cinema. Os efeitos visuais estão extremamente impecáveis, permitindo ao espectador visualizar cenas fora do comum e criativas. A produção foi indicada a quatro Oscar, e ganhou todos: montagem, efeitos visuais, efeitos sonoros e som. Além de ter alcançado méritos na área técnica e o reconhecimento pela Academia, Matrix colocou no mapa o nome de dois diretores, que são irmãos: Larry e Andy Wachowski (também autores do roteiro), que já vinham feito o pouco conhecido "Ligadas Pelo Desejo", um filme menor. Mas, apesar dos efeitos e dos som serem os grandes responsáveis pelo espetáculo, o filme conta uma interessante história filosófica. Tendo como ponto de referência a "Alegoria da Caverna" de Platão, os irmãos Wachowski mostram a nossa realidade como um sonho, ou seja, algo totalmente em desacordo com o caos que o mundo se tornou, após o controle das máquinas sobre os homens. Elas, as máquinas, construíram a "matrix", e as pessoas que vivem nela são, na verdade, escravizadas naquele mundo de mentiras e estão impedidas de conhecer a verdade; tal como na Caverna do Platão, em que os seres humanos viviam acorrentados nela, desde a infância, sem a possibilidade de conhecer a verdade que existe no exterior dela. E o personagem Neo, vivido por Keanu Reeves (convincente no papel), se compara a um dos homens da Caverna que, como sugere Platão, consegue se libertar dela, descobre a verdadeira realidade e tenta libertar os outros prisioneiros; é o que acontece com o personagem de Reeves, que também consegue se libertar da caverna/matrix. Claro que as conseqüências negativas que o homem da Alegoria da Caverna sofre, não acontecem com o personagem central de Matrix; afinal, de contas, aqui, é um filme hollywoodiano de ação. Em todo caso, assistindo ao filme é impossível não refletirmos, se nós também não estamos presos dentro da Matrix. Será que nossa sociedade consegue conhecer os problemas reais que nós enfrentamos (guerra, violência,miséria...)? Ou será que nos entretemos exageradamente com a cultura de massas, a nossa matrix, enquanto o mundo se dirige ao caos da corrupção e da desigualdade? Bom, concluo que Matrix realmente tem um ótimo roteiro. Além disso, não posso deixar de reconhecer que as seqüências de kung fu e a trajetória das balas de revólver, que Keanu Reeves consegue desviar, são impressionantes e tornaram-se as marcas registradas do filme (foram satirizadas em Todo Mundo em Pânico, As Panteras, Shrek...). Além disso, destaco também as interpretações de Laurence Fishburne como Morpheus, o líder da resistência humana contra as máquinas, e a então estreante Carrie-Anne Moss como Trinity, parceira de Neo. O filme teve duas seqüências filmadas simultaneamente, tecnicamente superiores, mas com roteiros fracos e superficiais.
domingo, 17 de maio de 2009
Contatos Imediatos do Terceiro Grau
Sinopse: Um gigantesco OVNI pousa numa cidadezinha americana e captura um pequeno garoto. Um grupo de pessoas, incluindo um pai de família e a mãe do menino, tentam desvendar os mistérios que envolvem o OVNI, enquanto um grupo de cientistas, liderados por um francês, tenta estabelecer contato com a nave.
Comentários: Espetacular ficção científica indicada para oito Oscar, ganhou o de melhor fotografia. Foi indicado ainda para diretor, atriz coadjuvante (Melinda Dillon), edição, direção de arte, efeitos visuais, sonorização e trilha sonora. Spielberg já tinha popularidade nessa época, e tinha dirigido "Tubarão" no ano retrasado. E aqui comandou uma produção requintada e caríssima. Antes mesmo de "E.T.", o cineasta já havia trabalhado com tema sobre extraterrestres, que são tratados com mistério, mas com conclusão positiva. Contatos Imediatos é um típico filme spielbergiano, ou seja, conta com produção técnica luxuosa e história para ser acompanhada por toda família. O roteiro (escrito por ele mesmo) tem uma mensagem de paz e civilidade, promovida pelos estranhos habitantes do OVNI, que apenas se deixam aparecer no final, bem pacíficos e simpáticos. A excelente trilha sonora, indicada ao Oscar, é bem utilizada no instante em que os cientistas tentam captar a mensagem instrumental deixada pelos ets. O próprio OVNI, aliás, foi criado com muita vivacidade e competência, dando mérito aos efeitos visuais. Enfim, tecnicamente não há o que se discutir, pois tudo é perfeito. E a história é bem narrada e interpretada (Melinda Dillon chegou a ser indicada ao Oscar, no papel da mãe do garotinho; o cineasta francês François Truffaut tem inédita participação como ator, no papel do cientista ). Tornou-se um dos clássicos famosos de Spielberg, e impressiona até hoje pela riqueza de detalhes artísticos e pela exuberante fotografia oscarizada. Emocionante e divertido, merece ser sempre revisto.
Por que comprei o filme: Sem dúvida, Contatos Imediatos do Terceiro Grau, é um marco para a história do cinema americano. Além de ser uma grande produção técnica e inovadora, tem roteiro atraente, misterioso e emocionante. Uma das melhores cenas é aquela em que um dos extraterrestres, antes de abandonar o planeta, acena um tchau para os terráqueos, com seus olhos pacíficos e ternos. Ou seja, em épocas de guerra (levando em consideração que o filme foi dirigido em tempos de Vietnã), a imagem singela dos ets acenando para nós trás uma mensagem de esperança e anti-violência. No fim, não há o que contestar: é um clássico, até mesmo um tanto sentimentalóide (afinal, é de Spielberg), mas espetacular e original. Talvez, o melhor filme sobre o tema já produzido. E eu só paguei R$1,50 em uma locadora que estava se desfazendo de suas fitas de vídeo cassete. Não preciso nem explicar que é um filme bem-vindo na minha coleção.
sábado, 14 de fevereiro de 2009
Mad Max
Sinopse: Num futuro não determinado, grupo de motoqueiros espalha o medo e o terror nas cidades australianas, atrapalhando a rotina dos habitantes e da polícia.
Comentários: Mad Max já é um cult, conhecido e prestigiado pelo público no geral. Sem contar o fato de ter consagrado o mega-astro Mel Gibson, na época apenas um desconhecido jovem de 23 anos. Todo o sucesso do filme é merecido. Afinal, em sua curta duração, o filme de Miller (também autor do roteiro) faz um estudo sobre a delinqüência e a violência urbana, que geralmente é praticada por seres marginalizados pela sociedade. Aqui, os vilões são representados por grupo de motoqueiros desajustados e ferozes. O filme é bem ágil, com alto clima de suspense e tensão, além de muita violência (considerando os padrões da época, evidentemente). Outro ponto alto do filme é a fotografia do deserto australiano; na produção de Miller, ele é mostrado como um gigantesco abismo, seco, infinito, devorador e sem esperança. Foi bastante imitado por filmes de ficção científica que foram realizados posteriormente (até hoje ele inspira produções classe z), e gerou duas seqüências de enorme sucesso (sobretudo o segundo de 81, apontado por muitos críticos como o melhor dos três). Enfim, eficiente trabalho de roteiro e direção, em produção de baixo orçamento, transformou Mad Max num referencial do gênero de ficção científica, além de possuir tema que permanece atual em nossos dias.
Por que gravei o filme: Apesar da crítica enaltecer o segundo filme da série (que, aliás, também existe na minha coleção), o meu favorito é este aqui. O segundo tem mais ação, mas o clima perturbador de medo e pânico estão inseridos nesse primeiro. Acho as paisagens do deserto australiano simplesmente esplêndidas e totalmente coerentes como espaço central para o enredo do filme. Não consigo imaginar outro cenário para o desenrolar da violenta e movimentada história contada por Miller. Mel Gibson melhorou sua interpretação nas seqüências, e aqui aparece bem jovem. Não canso de assistir a este filme, que não envelheceu e impressiona até hoje. Gravado no Cinemax.
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
O Dia em que a Terra Parou
Diferente, foi o que ocorreu com essa nova versão. Trata-se de um filme chato, cansativo, exaustivo, interminável... Não apresenta nenhuma novidade, e as boas cenas de ação e explosões (constantes em filmes-pipoca do gênero) são poucas. Keanu Reeves interepreta o alienígena Klaatu que vem à Terra com o intuito de salvá-la. A vinda desse alien, certamente, causa o pânico e o medo por todos os lados, e governantes americanos tentam de tudo para imobilizá-lo. Apenas a cientista Helen Benson (Jennifer Connelly) lhe dá um crédito de confiança, e movida pela esperança de ver o planeta ser salvo, o ajuda em sua missão.
A partir da sinopse, o espectador que já conhece o filme original poderá facilmente concluir que a trma é a mesma. Mas não é. Os nomes dos personagens centrais não foram alterados, mas a Helen dos anos 50 de Patricia Neal não é a cientista pós-moderna feita pela Jennifer Connelly da atualidade. Além disso, a ausência do humor é sentida. No filme original, existia todo aquele clima de paranóia em tempos de guerra fria; e a vinda do extraterrestre contribuiu para aumentar a euforia do período (será ele, na verdade, um soviético disfarçado?). A direção de Scott Derrickson ("Lenda Urbana 2", "O Exorcismo de Emily Rose"), contudo, é fria e desinteressada. O roteiro de David Scarpa não oferece instantes de humor, e nem possibilita um romance entre os protagonistas (nesse ponto, até que tudo bem). E a trama, obviamente, é repleta de clichês. Em produções do gênero é até aceitável algum clichê, desde que exista pelo menos alguma cena impactante; mas, infelizmente, isso não ocorre. Na verdade, no meio do filme, há uma surpresa interessante e o suspense aumenta. Depois, entretanto, cai na rotina, e volta a ficar chato.
No elenco, além de Reeves e Connelly, a oscarizada Kathy Bates, encarna a autoridade americana, na pele da secretária de defesa (talvez o personagem mais clichê do roteiro). Além dela, John Cleese interpreta um professor, amigo de Connelly, e o menino Jadan Smith (filho do casal Will Smith/Jada Pinkett na vida real) faz o insuportável e irritante entiado de Connelly ( o tipo de personagem que a gente acaba torcendo para que seja eliminado, apesar de criança).
Enfim, quem curte o gênero ficção científica (quem gosta muito, mesmo) talvez consiga se divertir um pouco. Eu fiquei muito decepcionado. Keanu Reeves continua apático e péssimo ator (Matrix é, definitivamente, o filme da carreira dele). Não me espanta se ele for indicado ao Framboesa de Ouro de pior ator do ano (na verdade, ele não está especialmente mal; apenas ruim como sempre). E Jennifer Connelly soa a camisa com sua habitual simpatia. No possível final feliz do filme, o título é esclarecido; e pode decepcionar. Quem quiser conferir, pague pra ver! Abraços.
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
Efeito Borboleta
Sinopse: Rapaz que tem momentos de amnésia, desde a infância, descobre que consegue se transportar para o passado, através de seus escritos em um diário. Assim, ele "viaja" para o passado, com o intuito de melhorá-lo e impedir que algumas tragédias que presenciou na infância atrapalhem seu futuro.
Comentários: Uma fita de suspense e ficção científica eficiente e de grande sucesso de público. Os diretores, e também roteiristas, Bress e Gruber, bolaram um roteiro inovador, curioso e interessante, daqueles que faz com que o espectador não desgrude , em nenhum instante, os olhos da tela. A história começaum pouco confusa e deixa algumas interrogações no ar, mas aos poucos as situações vão se esclarecendo, e o público se vê convidado a embarcar na viagem ao passado junto com o protagonista. Este é interpretado por um dos galãs da atualidade, Ashton Kutcher, e é ajudado por um elenco de jovens competentes, incluindo a bela Amy Smart (de "Tá Todo Mundo Louco"), que faz a colega de infância de Kutcher. O suspense é contagiante, e cada mudança que o protagonista faz em seu passado, parece prejudicar ainda mais o futuro, o que causa bastante impacto na platéia. Com alguma violência moderada e alguns personagens instigantes (sobretudo o garoto com ares de psicopata, que é um dos amigos do herói), Efeito Borboleta é uma ótima opção para quem procura novidades no gênero, e uma história bem narrada e dirigida. Ou seja, está acima da média. Teve uma continuação em 2006.
Por que gravei o filme: Quando assisti Efeito Borboleta na tv a cabo, não esperava que eu fosse gostar bastante do filme. Não conhecia, afinal, a popularidade dele e só tinha ouvido falar a respeito dele, bem vagamente. Mas, confesso que me surpreendi com a trama muito bem narrada pela dupla de diretores/roteiristas. É, realmente, um ótimo entretenimento, um dos melhores filmes-pipoca do ano de 2004, e apresenta cenas fantásticas e de grande impacto (e inverossímeis, evidentemente). Dentro do gênero, são aceitáveis as coisas improváveis que existem na fita, e Efeito Borboleta agrada bastante aos fãs de suspense/ficção científica. Por tudo o que foi dito, o gravei no Cinemax.
sábado, 29 de novembro de 2008
THX 1138
Sinopse: Numa sociedade americana do futuro, a relação sexual é depreciada e considerada como ato criminosos pela constituição. Um homem que trabalha para o governo acaba se envolvendo sexualmente com sua colega de quarto e é aprisionado pelo Estado opressor.
Comentários: Original e diferente, THX 1138 é o filme menos conhecido da minúscula filmografia de George Lucas (minúscula carreira como cineasta, claro, e não como produtor). Além disso, é também o mais interessante e sério filme do diretor de "Star Wars". Com clima que lembra bastante o clássico livro "1984" de George Orwell (aliás, já em filmado em 84[!], com John Hurt), THX 1138 apresenta a opressão do Estado sobre as massas, que corrompe a liberdade e os direitos humanos. A sociedade é robotizada, os trabalhadores estão sempre vestidos com os mesmos uniformes brancos e todos (homens e mulheres) têm as cabeças raspadas. Além disso, as pessoas confessam seus pecados a uma estátua, que parece uma mistura de Deus e oráculo. Esta, na verdade, surge como a representação alienadora de um ser elevado e superior, que tem o poder sobre todos, mas que não se assemelha em mais nada com o Deus bíblico (tal estátua fala algumas palavras de uma forma fria e desconexa). Além de ser autor do próprio roteiro (junto com Walter Murch), é evidente que George Lucas também foi o responsável pela produção, em gênero que domina (a produção executiva é de Francis Ford Coppola). A direção de arte, os efeitos visuais e a fotografia, ainda que considerando os padrões tecnológicos dos anos 70, são de primeira e ajudam a manter o interesse no filme. Mas, não é uma ficção científica para adolescentes. Ou seja, por mais que tenha sido dirigido pelo mago dos efeitos visuais, e que produziu diversos filmes para o público-pipoca, THX 1138 tem até momentos de ação, mas é sério, dramático e crítico. Enfim, o tema tratado pelo roteiro já denota que é filme para adultos, e que contém algumas reflexões filosóficas sobre o homem, a sociedade, a política, Deus... O final é otimista e sugere uma possibilidade de resistência contra a opressão. O ator central é Robert Duvall, ainda em início de carreira, e atua muito bem no papel do homem que questiona o ditador mundo em que vive. Ainda pouco conhecido (ao menos, pela nova geração), THX 1138 merece encontrar seu público. Definitivamente, hoje já é um cult.
Por que gravei o filme: Passou no Max Prime, e gravei mesmo sem assisitr, pois já conhecia algumas críticas a respeito do filme. Gosto do visual e da atmosfera perturbadora que a produção de Lucas deixa claro em cena. Por fim, THX representa o início da carreira de um dos mais bem-sucedidos e competentes cineastas da indústria norte-americana, e já previa o talento técnico excepcional de George Lucas.
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
Laranja Mecânica
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