quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

OSCAR 2013 - INDICADOS

 Finalmente, foram anunciados os indicados ao OSCAR 2013. Até esse instante em que aqui escrevo, não sei informar os indicados na parte técnica, mas os principais eu já tenho aqui em mente. Como de costume, falarei das seis categorias que julgo as mais importantes: filme, diretor, ator, atriz, ator coadjuvante e atriz coadjuvante. Como hábito também, detalharei mais sobre os atores indicados.

 Dessa vez, contudo, estarei fazendo uns comentários adicionais agora, sobre quem não foi indicado. Como ator, esqueceram de John Hawkes, que esteve bastante presente em diversas premiações. Ele está no filme As Sessões, que eu ainda não vi, em uma interpretação bastante elogiada. Como atriz, deixaram de fora Marion Cotillard, que está excelente em Ferrugem e Osso, e a veterana Helen Mirren por Hitchcock. Ambas também estiveram presentes em diversas premiações. Como ator coadjuvante, o maior esquecimento foi o do Leonardo DiCaprio, por Django Livre. Se bem que a Academia costuma rejeitar DiCaprio, então já era de se esperar essa ausência. E como atriz coadjuvante não houve esquecimento. Afinal, Judi Dench, Maggie Smith e Nicole Kidman não mereciam mesmo serem indicadas. São atrizes soberbas, óbvio, mas já tiveram interpretações mais marcantes.

 Como diretor, a surpresa foi muito maior. Eram praticamente certas as indicações de Ben Affleck (Argo) e Kathryn Bigelow (A Hora Mais Escura). Não tê-los visto entre os cinco finalistas foi surpreendente ao extremo! E Quentin Tarantino, por Django Livre, também tinha chances para indicações, mas acabou ficando de fora (embora esteja presente como melhor filme e roteiro). Em todo caso, gostei das surpresas, e essa categoria foi a mais interessante justamente por isso (logo logo falarei dos outros três que foram colocados no lugar desses que eu apontei). E, quanto a melhor filme, creio que não houve nenhum esquecimento, e sim algumas surpresas. Afinal, foram 9 indicados. Quanto a filme estrangeiro, como já é de conhecimento de todos, o Brasil ficou de fora mais uma vez. Mas lembraram do nosso vizinho Chile (vizinho de continente, pois não faz fronteira com nosso país, hehehe...) com o interessante No. E na categoria filme de animação estava tudo previsível e interessante também. Esqueceram apenas de Hotel Transilvânia, que eu adorei, mas que não fez tanto sucesso por lá mesmo. Bom, agora vou detalhar os indicados.

 FILME:

 Dos nove indicados, eu já assisti cinco: LINCOLN, que parece ser o grande favorito, embora eu o tenha achado apenas didático, e bastante cansativo; ARGO, com uma cena de avião eletrizante, mas também muito didático e para poucos; INDOMÁVEL SONHADORA, surpresa na categoria, bonito e diferente, mas com poucas chances; AMOR, co-produção franco-austríaca também indicado como filme estrangeiro, também bonito, mas com maiores chances na outra categoria mencionada; e AS AVENTURAS DE PI, que eu coloquei recentemente no meu blog, e que até o momento, é o meu favorito. Mas parece que nenhum deles vai assustar Lincoln. Os outros quatro são: os já esperados A HORA MAIS ESCURA, da toda poderosa e esquecida como diretora, Kathryn Bigelow; o musical já, também já esperado como finalista OS MISERÁVEIS; o faroeste badalado do Quentin Tarantino DJANGO LIVRE, e a surpresa O LADO BOM DA VIDA. Esse filme já tinha expectativa de indicações em outras categorias, mas não melhor filme. E por se tratar de um produto da "marketeira" Miramax, creio que será o maior rival de Lincoln... Vamos aguardar!

DIRETOR:

 Foram indicados, na ordem alfabética por sobrenome, MICHAEL HANEKE (por Amor), uma das grandes surpresas na categoria. Diretor veteranos de diversos filmes bons, nunca foi indicado antes. Gostei muito de vê-lo na lista!; ANG LEE (por As Aventuras de Pi), já aguardado como indicado, e já vencedor de Oscar. Dificilmente ganhará outro nesse momento...; DAVID O. RUSSELL (por O Lado Bom da Vida). A indicação dele também é um tanto inesperada, pois seu nome não estava entre os cinco melhores em outros festivais, mas é o filme do momento nos EUA. Quem sabe...?; STEVEN SPIELBERG (por Lincoln). Ok, Spielberg já ganhou OSCAR demais! Mas, parece que vai ganhar de novo...; e BENH ZEITLIN (por Indomável Sonhadora), outra grande surpresa, fiquei muito feliz! Quem ainda não conhece o filme, vale a pena vê-lo! É muito bom!

 ATOR:

 BRADLEY COOPER, 38 anos, 1ª indicação. Concorre pelo já mencionado diversas vezes, O Lado Bom da Vida. Esse ator que já foi eleito como o homem mais sexy do mundo, o que pra mim é um exagero ridículo e assustador, nunca foi um grande intérprete. Mas agora chegou o seu momento. O paparazzi é tanto que eu não acho difícil que ganhe... Mas, eu preciso ver o filme.

 DANIEL DAY-LEWIS, 55 anos, 5ª indicação. Foi indicado antes por Meu Pé Esquerdo (1989, ganhou), Em Nome do Pai (1993), Gangues de Nova York (2002) e Sangue Negro (2007, ganhou). Sempre como ator principal. E agora concorre por Lincoln. Já ganhou duas vezes, por isso pode ser que não ganhe. Porém, também parece ser favorito. Será que ganhará de novo? Em todo caso, ele está esplêndido no filme!

 HUGH JACKMAN, 44 anos, 1ª indicação. Ele concorre por Os Miseráveis, e tem recebido muitos elogios, por isso também tem chances de ganhar. Além do mais, é uma figura muito simpática em Hollywood. Inclusive, já foi mestre de cerimônia do OSCAR,certa vez. Enfim, também não vi o filme até o momento...

 JOAQUIN PHOENIX, 38 anos, 3ª indicação. Foi indicado antes por Gladiador (2000, coadjuvante) e Johnny & June (2005, principal). Agora concorre por O Mestre. Nunca ganhou, e creio que ainda não será dessa vez. E diferente de Jackman, esse tem fama de antipático. Em todo caso, deixou de ser apenas "o irmão" do já falecido River Phoenix, e tem talento. Também não assisti ainda...

 DENZEL WASHINGTON, 58 anos, 6ª indicação. Foi indicado antes por Um Grito de Liberdade (1987, coadjuvante), Tempo de Glória (1989, coadjuvante, ganhou), Malcolm X (1992, principal), Hurricane - O Furacão (1999, principal) e Dia de Treinamento (2001, principal, ganhou). Agora concorre por O Voo. Ele já ganhou duas vezes, e não ganhará agora sua terceira estatueta. Esse filme eu assisti, e digo que a indicação dele foi exagerada. Denzel atua muito bem, como sempre, mas não está nada esplêndido. Creio que a indicação teve o mérito do carisma do ator, apenas.

ATRIZ:

JESSICA CHASTAIN, 35 anos, 2ª indicação. Foi indicada antes no ano passado, como coadjuvante, por Histórias Cruzadas, e agora concorre por A Hora Mais Escura. Essa moça já está se tronando estrela, tem muita popularidade e está em tudo quanto é filme. Não assisti ainda o filme pelo qual ela foi indicada, mas creio que ainda não ganhará.

JENNIFER LAWRENCE, 22 anos, 2ª indicação. Foi indicada antes no ano retrasado por Inverno da Alma, também como protagonista. Essa, de fato, é a nova estrela de Hollywood, e concorre por o superestimado O Lado Bom da Vida. Parece ser a favorita essa estrela de Jogos Vorazes e X-Men.

EMMANUELLE RIVA, 86 anos, 1ª indicação. Foi a maior surpresa encontrar essa veteraníssima francesa entre as cinco finalistas. Concorre por Amor, onde está estupenda. Se houvesse justiça, ela iria ganhar. Uma pena que isso tem poucas chances de ocorrer. Afinal, já é senhora e estrangeira. Mas valeu a indicação, merecidíssima!

QUVENZHANÉ WALLIS, 9 anos, 1ª indicação. O maior recorde do momento! A atriz mais nova indicada nessa categoria. Ela concorre pelo ótimo Indomável Sonhadora. Olha, é muito difícil encontrar por aí uma interpretação mirim humana, natural e madura. Foi uma grata surpresa encontrar a menina na lista! Mas não vai ganhar...

NAOMI WATTS, 44 anos, 2ª indicação. Foi indicada antes em 2003 por 21 Gramas, como principal. Tem uma interpretação comovente em O Impossível, filme em que foi indicada. Como Riva e Wallis têm poucas chances, torço pra ela. Mas creio que não será dessa vez... Uma pena!

ATOR COADJUVANTE:

 ALAN ARKIN, 77 anos, 4ª indicação. Foi indicado antes por Os Russos Estão Chegando (1966, principal), Por Que Tem Que Ser Assim? (1968, principal) e Pequena Miss Sunshine (2006, coadjuvante, ganhou). E agora concorre pelo popular filme de Ben Affleck, Argo. Atua bem no filme, mas ele já fez muita coisa melhor. Creio que não ganhará de novo. Enfim, a indicação é merecida.

ROBERT DeNIRO, 69 anos, 7ª indicação. Foi indicado antes por O Poderoso Chefão 2 (1974, coadjuvante, ganhou), Taxi Driver - Motorista de Táxi (1976, principal), O Franco Atirador (1978, principal), O Touro Indomável (1980, principal, ganhou), Tempo de Despertar (1990, principal) e Cabo do Medo (1991, principal). E depois de 21 anos, é indicado novamente por O Lado Bom da Vida. Obviamente, é uma das figuras mais respeitáveis de Hollywood. E, embora já tenha ganho duas vezes, tem muitas chances, tanto por que está no filme do momento, quanto pelo seu retorno às premiações. Tudo pode ser...

PHILIP SEYMOUR HOFFMAN, 45 anos, 4ª indicação. Foi indicado antes por Capote (2005, principal, ganhou), Jogos do Poder (2007, coadjuvante) e Dúvida (2008, coadjuvante). Agora concorre por O Mestre. O filme, que eu ainda não vi, é bastante badalado. Mas, creio que ele tem poucas chances...

TOMMY LEE JONES, 66 anos, 4ª indicação. Foi indicado antes por JFK - A Pergunta Que Não Quer Calar (1991, coadjuvante), O Fugitivo (1993, coadjuvante, ganhou) e No Vale das Sombras (2007, principal). Agora é a vez de Lincoln, onde domina em algumas cenas. Uma excelente interpretação, vamos ver se ganha novamente.

CHRISTOPH WALTZ , 56 anos, 2ª indicação. Foi indicado antes em 2009, também como coadjuvante, por Bastardos Inglórios, e ganhou! Dessa vez, concorre por outro filme de Tarantino, Django Livre, que eu ainda não vi. Mas, o que ouço, é que Waltz, tal como no filme anterior, rouba a cena. Em todo caso, o OSCAR ganho é muito recente para ele ser vitorioso novamente.

ATRIZ COADJUVANTE:

 AMY ADAMS, 38 anos, 4ª indicação. Foi indicada antes por Retratos de Família (2005), Dúvida (2008) e O Vencedor (2010), sempre como coadjuvante, e nunca ganhou. Agora é a vez de O Mestre. Não sei quais são as chances de Adams, mas eu ficaria muito feliz se ela ganhasse, pois é uma das estrelas do momento em Hollywood, bastante competente, com muitas indicações e nenhum OSCAR. Poderia ser agora, mas as concorrentes dela têm mais chances.

 SALLY FIELD , 66 anos, 3ª indicação. Foi indicada antes por Norma Rae (1979) e Um Lugar no Coração (1984), em ambas as vezes foi indicada como principal e ganhou. Agora concorre por Lincoln, onde domina em algumas cenas. Assim com DeNiro, trata-se do retorno de uma grande estrela, às premiações. Por isso, tem muita chance!

 ANNE HATHAWAY, 30 anos, 2ª indicação. Foi indicada antes por O Casamento de Rachel, em 2008, como principal. Agora, em Os Miseráveis, ouço rumores de que ela seja a favorita. Bom, como é jovem estrela em Hollywood, e como está se tornando hábito da Academia em premiar jovens estrelas, creio que as chances delas são altas!

 HELEN HUNT, 49 anos, 2ª indicação. Foi indicada antes em 1997 por Melhor é Impossível, e ganhou. Agora, concorre por As Sessões, em que ela está sendo bastante aclamada em tudo que é festival. Uma grande atriz, torço por ela, embora não tenha visto o filme ainda.

 JACKI WEAVER, 65 anos, 2ª indicação. Foi indicada antes em 2010 por Reino Animal, também como coadjuvante. O filme é O Lado Bom da Vida, que, quem já chegou até aqui, sabe que é um dos favoritos a estatueta. Já Weaver, creio que tem poucas chances em uma lista em que três de suas concorrentes parecem ser as favoritas. Mas sua indicação foi uma das surpresa, com certeza!

 Bom, é isso aí. O que eu pude perceber, enquanto escrevia, é que a categoria ator coadjuvante é formada por ganhadores da estatueta. Por isso, enquanto não ocorreu o SAG e o Globo de Ouro, creio que seja a categoria mais concorrida. Enfim, a cerimônia ocorrerá no dia 24/02/2013. Por favor, assistam na TNT, pois a Rede Globo vai transmitir pela metade por conta daquele lixo chamado Big Brother Brasil. Af....... Bobagens a parte, que vençam os melhores!!!! Até mais!!!!


segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

As Aventuras de Pi

 Para começar o ano nada melhor do que assistir na tela grande um filme, ao mesmo tempo, leve e eletrizante. E foi o que sucedeu no primeiro dia de 2013, em que conferi essa fantástica aventura com a Gisele, e o casal Larissa e Diogo, minha sobrinha e namorado. E acertamos em cheio na escolha: é o típico filme que se assiste em dia de ano novo.

 Ang Lee, o diretor, é realmente sensacional. Já dirigiu produções de gêneros bastantes distintos entre si, e demonstra que entende de tudo. Aqui, ele transporta para a tela a literatura deYann Martel (adaptada por David Magee), e foi feliz nessa investida! Afinal, o conjunto da obra é classe A: direção de arte, fotografia, edição de som, efeitos especiais e sonoros. Tudo funciona! E o jovem desconhecido Suraj Sharma demonstra muito talento como o protagonista Pi Patel.

 O garoto, inclusive, se vê em apuros quando a embarcação que levava ele e sua família da Índia para o Canadá afunda em pleno Oceano Pacífico. Ele consegue se salvar em uma jangada na companhia de alguns animais (afinal, seu pai era tratador de um zoológico, e os animais também estavam na embarcação). Aos poucos, por conta de fatores diversos, os animais não sobrevivem ao naufrágio, com exceção de Richard Parker, um tigre de bengala extremamente feroz. A partir de então, Pi tentará conviver pacificamente com o tigre na jangada, ao mesmo tempo em que anseia por terra firme.

 Uma aventura fantasiosa repleta de obstáculos e superações. O instante em que nossos heróis encontram uma ilha deserta, e carnívora, repleta de suricatos, já faz o filme valer. Claro que não se deve levar a sério a tentativa de convivência entre um garoto e um animal selvagem. Na realidade, provavelmente, quem tentasse essa façanha, não iria sobreviver. Em todo caso, não podemos nos esquecer de que se trata de uma obra fantástica da literatura oriental. E bastante simbólica, aliás. Afinal, a "pequena arca de Noé" de Pi, possui personagens que podem simbolizar outros (isso é bem aproveitado na parte final da projeção).

 Num elenco de poucos nomes famosos, o indiano Irrfan Khan ( de "Quem Quer Ser um Milionário?" e "O Fantástico Homem Aranha") interpreta o Pi adulto; Tabu, uma estrela bastante popular na Índia, faz a mãe do garoto; o inglês Rafe Spall ( de "Um Bom Ano" e "Prometheus" ) interpreta o escritor para quem Pi conta suas aventuras (em papel que originalmente seria de Tobey Maguire); e o veteraníssimo Gérard Depardieu tem uma interessante participação como o cozinheiro do navio.

 Creio que As Aventuras de Pi estará presente em algumas indicações ao Oscar 2013. Não creio que estará entre os melhores filmes, mas certamente terá destaque entre as indicações técnicas. Enfim, um filme simbólico, poético e admiravelmente bonito. Gostei, e recomendo. Abraços! E feliz 2013!!!

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segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

O Impossível

 O último filme que eu vi nas telas no ano de 2012 não podia ser mais trágico ou comovente. E ainda por cima, baseado em fatos reais! Mas é um filme que te prende a atenção do começo ao fim por conta do tema  tratado. E ainda bem que foi bom tê-lo assistido, pois levei uma caravana pra ver comigo (minhas sobrinhas Bianca e Larissa, e Diogo, o namorado da última, além da minha fiel companheira Gisele). Ou seja, provavelmente apanharia muito se fosse um filme ruim.

 Quem não se lembra do tsunami que destruiu boa parte da Ásia entre os fins de 2004 e começo de 2005? Eu me lembro muito bem desse fato, e portanto, tive um interesse muito grande em assistir essa produção dirigida pelo espanhol Juan Antonio Bayona ( do terror "O Orfanato" ) e roteirizada por Sergio G. Sanchez, a partir do livro de Maria Belon, a personagem real da história. E, após ver O Impossível, eu passei a refletir sobre algo que eu já havia pensado, em épocas de 11 de setembro. O que seria do cinema se não existissem as grandes tragédias contemporâneas? É duro admitir, mas elas acabam se tornando um mal, se não necessário, pelo menos oportuno.

 Bom, os atores Naomi Watts e Ewan McGregor interpretam o casal britânico (na vida real, são espanhóis) que está de férias com os filhos em um luxuoso resort na Tailândia. E, em um dia de sol maravilhoso, a partir do nada, as gigantescas ondas se alastram por todos os cantos, destroem o resort e espalham pânico, terror e morte por todos os lados. Enquanto Naomi encontra o filho mais velho, Ewan e as outras duas crianças  estão em um outro ponto do lugar lutando para achá-los com vida.

 O filme foi duramente criticado por alguns jornalistas, que caracterizaram-no como piegas e sentimental ao extremo. Oras, creio ser muito difícil ( para não fazer menção ao título "impossível" ) não exagerar na emoção, quando se trata de uma tragédia como essa, envolvendo uma família e, ainda por cima, baseada em acontecimentos verídicos. De fato, em diversos instantes, o telespectador é incentivado a cair nos prantos, em decorrência de tanto sofrimento em cena. E eu creio que esse seja o motivo do sucesso de público que essa fita está fazendo aqui no Brasil. Afinal, esse tipo de história contada na tela grande é bastante apreciada por nós. Concluo que os clichês e o rótulo piegas não chegam a incomodar.

 Quanto ao elenco, Naomi Watts está sendo indicada para diversos festivais. E, certamente, será indicada ao Oscar, o que é merecido. Afinal, o sofrimento de sua personagem, tanto emocional quanto físico (aliás, acho que mais físico!) é muito convincente; e os méritos são dessa excelente atriz. No entanto, acho injusta toda essa badalação em cima dela, pois Ewan McGregor está excepcional tanto quanto Naomi. A cena em que ele se desespera no telefone, ao conversar com o sogro, é uma das mais humanas que já vi na tela. E, no fim das contas, o grande astro do filme é o garotinho Tom Holland, que interpreta o filho mais velho. Sua interpretação oscila maturidade com ternura! Eu não acharia estranho se o menino também tivesse uma indicação a estatueta de ouro, embora seja pouco provável. Aina no elenco, a veterana Geraldine Chaplin faz uma idosa, também vítima do tsunami, em um diálogo com uma das crianças.

 Trata-se também de uma produção impecável, com boa fotografia e excelente direção de arte. Os efeitos também impressionam ( mas não tanto quanto o tsunami promovido por Clint Eastwood em "Além da Vida" ). Não sei se eu estarei estragando a surpresa, mas o final não é triste. Digo isso por dois motivos: em épocas de fim de ano ninguém quer saber de finais não felizes, ainda mais quando se tem uma temática como essa!; e também porque o filme baseia-se em obra escrita pela personagem central. Ou seja, já da pra saber que pelo menos alguém importante na trama não morrerá. Mas, creio que seja melhor não dizer mais nada. Só adianto que tem muito suspense e algumas reviravoltas em cena. Enfim, piegas ou não, indico com muita lucidez essa produção, ao mesmo tempo dramática e eletrizante! Feliz 2013 para todos nós!!!!

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sábado, 22 de dezembro de 2012

O Hobbit: Uma Jornada Inesperada

 Finalmente, assisti essa tão aguardada estreia. Dessa vez não quis fazer o mesmo como fiz com o último episódio da saga Crepúsculo, em que assisti na pré-estreia (ainda que obrigado, hehehe). Eu preferi esperar um pouco para encontrar menos muvuca nas bilheterias. E tive sorte, pois tudo estava tranquilo! Creio que nessas épocas de fim de ano, com todo mundo querendo comprar presentes na última hora, as salas de cinema tornam-se mais disponíveis. E eu assisti, junto com minha fiel companheira Gisele, na sala IMAX do Espaço Itaú de Cinema, do Bourbon Shopping. E infelizmente não consegui assistir no formato 48 fps, que era minha verdadeira intenção, movido por uma curiosidade que ainda impera aqui dentro. Afinal, esse filme é pioneiro nessa inovação. Certamente, em alguns anos, será considerado como um divisor de águas pela nova tecnologia. Bom,quem sabe eu ainda veja numa próxima ocasião?

 Aliás, como a sala IMAX é formidável! Esse foi o 2° longa que eu vejo nessa tela (o anterior foi Alice no País das Maravilhas, do Tim Burton, cujo texto encontra-se no blog), e recomendo para todos. O preço do ingresso é um pouquinho mais caro, evidentemente! Mas vale a pena mesmo. E a aventura já começa com um trailer de 10 minutos sobre o próximo episódio de Jornada nas Estrelas ( até para leigos dessa série como eu, o IMAX faz você mudar de ideia ). A impressão que se tem é que Star Trek é o típico filme que se tem que ver nesse formato também, o trailer arrasou!

 Ok, chega de conversa sem volta, e vamos direto ao filme. Tenho muita coisa para dizer sobre ele, e talvez esqueça de alguma coisa; talvez, não. Como sempre faço, vou tentar esboçar uma sinopse. O hobbit do título (um ser tão baixinho quanto um anão, mas com as orelhas mais pontudas) é recrutado pelo mago de grande poder Gandalf para salvar a cidade de Erebor, dominada por um temível dragão. Desajeitado e sem talentos para um guerreiro, Bilbo Bolseiro (o nome do hobbit) aceita o desafio e parte para a inesperada jornada do subtítulo, ao lado de 13 anões, liderados pelo lendário Thorin Escudo-de Carvalho. No meio do caminho se deparam com orcs e diversas criaturas abomináveis que serão obstáculos para essa odisseia.

 Antes de mais nada, quero deixar bem claro uma coisa: Se você nunca assistiu a trilogia O Senhor dos Anéis, você entenderá o filme perfeitamente! Afinal, não se trata de uma sequência, mas sim, uma nova saga, com diversos personagens da franquia anterior, e que se passa 60 anos antes! Aliás, vai um conselho: você gostará mais ainda do Senhor dos Anéis, se assistir antes Hobbit (pelo menos esse primeiro episódio). E o filme é bom? Tenho algumas ressalvas, mas gostei. Peter Jackson, definitivamente, é o dono da bola da vez em Hollywood. Quem já assistiu aos filmes da carreira pré-histórica dele, tais como "Trash - Náusea Total" ou "Fome Animal" dificilmente acreditaria na filmografia tecnicamente milionária que ele construiu. Aqui, ele conta com a ajuda de suas típicas companheiras de quase todos os seus filmes no roteiro: Fran Walsh e Phylippa Boyens. E um fato curioso: além delas, o talentoso cineasta Guillermo DelToro também colabora no roteiro! Toro, diretor de filmes como a trilogia "Hellboy" e "O Labirinto do Fauno", pode ser considerado uma "mistura" de Jackson e Tim Burton. E eu tenho certeza que os monstros e criaturas da literatura de J.R.R. Tolkein ganharam o formato que nós vemos na tela, graças a amalucada mente dele. Não tem como não lembrar de Fauno em algumas cenas...

 Como falei anteriormente, tenho algumas ressalvas. Mas, também tenho muitos elogios.Pra começar, adorei o prólogo em que, 60 anos após essa aventura, encontramos o já velho Bilbo Baggins (Ian Holm) descrevendo como era a cidade Erebor para o seu sobrinho Frodo (Elijah Wood). Uma cena nostálgica e agradável (mas, de novo: não se preocupe se você não viu a trilogia dos anéis). Gostei bastante também do humor que envolve o filme na primeira hora de projeção. Cheguei a ter a sensação de que eu estava assistindo a uma comédia, graças ao grupo de anões que já aparecem numa entrada triunfal, em que chegam na casa de Bilbo, inesperadamente, e comem de tudo e até cantam. Lembro que o humor esteve presente em Senhor do Anéis, sobretudo nos diálogos entre o elfo Legolas Greenleaf e o anão Gimli. Mas aqui, eu cheguei a gargalhar. Esse humor foi uma boa sacada, sem dúvida!

 Outra coisa: acreditava, conforme o que eu havia lido antes, que a presença do Gollum ( ou Smeágol ) seria curta. Graças a Deus, isso não ocorre! Ele não domina a projeção toda, mas a cena em que ele aparece é a melhor de todo o filme (e também nostálgica. Aliás, também um convite para se assistir O Senhor dos Anéis). Ainda sobre os aspectos positivos, creio que seja inócuo falar da parte técnica. Ela é impecável, obviamente, e isso era o mínimo que se esperava: fotografia, direção de arte, efeitos, maquiagem... Enfim, tudo isso brilha graças a um empenho de equipe classe "A", infinitamente superior à tecnologia de "Trash", por exemplo.

 As ressalvas que faço são semelhantes às previsões de muitos jornalistas. Afinal, admito que em alguns instantes, O Hobbit torna-se um pouco cansativo. As cenas de batalha, como a primeira aparição dos orgs, e também dos lobos no deserto (estes tem um nome mais "tolkeiniano", que eu não me recordo no momento) são de tirar o fôlego. E, na tela IMAX, fica ainda muito melhor. No entanto, as outras batalhas que ocorrem, sobretudo à noite, são previsíveis e até banais para qualquer espectador que já esteja acostumado com filmes do gênero. Afinal, depois da fuga dos anões, quando eles encontram Elrond ( Hugo Weaving ), as cenas de ação, por mais espetaculares que sejam, chegam a cansar pela falta de criatividade. E isso é preocupante, pois os três filmes do Hobbit já foram feitos. Não tenho certeza, mas creio que a duração dos outros dois episódios seja basicamente a mesma desse inicial. Enfim, se as cenas de batalha forem tão previsíveis assim, o tiro pode sair pela culatra, o que compromete a boa renda do filme.

 O que também preocupa é que, como já é do conhecimento de todos, Jackson faria apenas dois filmes com o Hobbit. Tornou-se uma trilogia pela sobra de material. E, por isso, questiono: Será suficiente esse material para sustentar 3 filmes? Eu não li o livro ainda, mas sei que ele é com posto por 300 páginas, mais ou menos. Se não houver um trabalho bem elaborado de edição, pode comprometer o resultado. E, em uma trilogia, normalmente a 2ª parte é a que tende ao fracasso, pois torna-se arrastada, cansativa, repleta de diálogos intermináveis que sempre caem no lugar comum... Bom, Jackson é um homem sábio, e espero que ele faça bom uso de sua sabedoria. 

 Quanto ao elenco, Martin Freeman parece mesmo ter nascido para interpretar o Bilbo Bolsero. Eu já o conhecia de filmes, como "Simplesmente Amor" e "Todo Mundo Quase Morto", mas nem lembrava de sua existência. Foi um grande acerto a escolha dele. Aliás, falando em Bilbo, existe um problema no roteiro em relação ao seu protagonista, afinal, no meio do filme, ele perde a ação. A impressão que se dá, é que ele está inserido com os anões, como se fosse um mero figurante. Esse problema ocorre, depois que que ele salva seus companheiros de serem devorados por alguns orcs. Ele retorna com toda força de herói, certamente. Mas, por alguns longos minutos, tive a impressão de que ele foi esquecido. Ou seja, muito ruim para o herói...

 Voltando ao elenco, temos aqui muita gente que trabalha com a competência esperada: o sempre esplêndido Sir. Ian Mckellen, Hugo Weaving, Andy Serkis (o Gollum), o grande Christopher Lee, em boa aparência e demonstrando lucidez aos 90 anos, como Saruman. E não posso me esquecer do colírio para o público masculino, Cate Blanchett, de volta como a Galadriel. Ela é a única mulher em cena, fora as figurantes. Nos próximos episódios, teremos também a estrela de Lost, Evangeline Lilly. Todos os atores que fazem os anões são excelentes também, e responsáveis pelo alívio cômico. Em suma, quero registrar duas interpretações que eu gostei particularmente: Sylvester McCoy, como Radagast, o mago castanho que convive com os animais, e Richard Armitage, no papel de Thorin, o líder dos anões. São dois atores britânicos, desconhecidos, mas que fizeram muitos seriados. Armitage, inclusive, também esteve no "Capitão América", e tem pinta de galã. Pode vir a se tornar astro em Hollywood...

 No fim das contas, gostei bastante de O Hobbit: Uma Jornada Inesperada. Saí do cinema com aquela vontade  de rever a trilogia Senhor do Anéis, principalmente porque o anel é um elemento importante no filme. Afinal, 60 anos antes dos episódios relatados em sua saga, o anel já surgia como objeto de desejo e cobiça por parte de quem almeja o poder. Aliás, em nossa sociedade, quantos fariam de tudo, sem se importar com as consequências, para conseguir o seu simbólico anel? Fiquei com isso na cabeça. Ah, finalizo dizendo que quase detestei o filme! Afinal, estive esperando um importante personagem, que quase não apareceu. Mas, felizmente, a última cena é dele. Querem saber? Então assistam! Abraços!

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domingo, 16 de dezembro de 2012

A Última Casa da Rua

 O pôster chamou minha atenção! Por isso, resolvi encarar esse suspense dirigido por um certo desconhecido chamado Mak Tonderai. Pelo título acreditava que se tratava do tema "casa mal assombrada", mas não é exatamente isso.

 O filme começa com um brutal assassinato, cometido por uma garota que assassinou os pais a sangue frio, e se suicidou em seguida. Alguns anos mais tarde, mãe e filha se mudam para a região, e alugam a casa vizinha, uma verdadeira mansão ( que, evidentemente, foi alugada por um valor baixo, já que o crime ocorrido no passado desvalorizou a região ). Os problemas surgem, quando a adolescente descobre que o filho do casal assassinado ainda vive na casa. Por razões óbvias, ele é evitado por todos e até é vítima de bullying. Isso simplesmente faz com que a garota se interesse por ele. Mas, há alguns segredos bizarros na casa do rapaz.

 O filme começa bem interessante, e seu prólogo parece informar que ocorrerá muitos fatos surpreendentes durante a projeção! Mas, isso não ocorre tanto! Há diversos sustos previsíveis, há uma reviravolta lógica e um clima de curiosidade acerca do garoto órfão. Entretanto, a impressão que se tem é a de que já vimos vários filmes semelhantes a esse. O roteirista David Loucka ( do fraco e mais ou menos parecido A Casa dos Sonhos ) contou com a colaboração do cineasta Jonathan Mostow ( de Breakdown - Implacável Perseguição ) no roteiro. E os diversos clichês esperados rodeiam o filme, desde a relação tumultuada entre mãe divorciada e filha adolescente, até o previsível relacionamento da garota com o "estranho da cidade". Ah, sim, e repleto de muitos jovens no elenco de apoio.

 Falando em elenco, a presença da talentosa e já estrela Jennifer Lawrence, torna-se a melhor coisa do filme. Depois de "Jogos Vorazes", e da indicação aos Oscar por "Inverno da Alma", a jovem já eleva sua popularidade às alturas, e provavelmente, receberá uma segunda indicação à estatueta de ouro pela comédia "O Lado Bom da Vida". E aqui, ela defende muito bem seu papel. Interpretando a mãe de Lawrence, temos a estrela dos anos 80/90 Elisabeth Shue, tentando dar a volta por cima e reerguer sua carreira. Ao menos, conserva sua boa aparência. O ator Gil Bellows ( de "Um Sonho de Liberdade" ) tem pouco a fazer como o xerife, e o jovem Max Thieriot ( de "Operação Babá" e "O Preço da Traição" ) tenta se tornar o galã da vez em seu enigmático personagem.

 Enfim, não se trata de um filme ruim. Gostei bastante de algumas resoluções. Ainda assim, é bem medíocre, apenas digno de uma espiada ( nem chega a ser terror, no fim das contas! ). Vale pela protagonista Jennifer Lawrence, uma grande promessa para o futuro. Abraços!

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domingo, 9 de dezembro de 2012

007 - Operação Skyfall

 Tudo tem uma 1ª vez na vida! Lembro-me de que postei aqui certa vez que "Para Roma Com Amor" havia sido o 1° filme de Woody Allen que eu vi na tela grande. E o mesmo ocorre com o espião mais famoso da 7ª arte! Afinal, 007 - Operação Skyfall foi o primeiro filme do James Bond que eu assisti no cinema.

 Essa nova aventura segue o passo de todos os episódios anteriores: metragem longa, trama complexa, sequências eletrizantes de ação, bondgirls bonitas, etc. Talvez, por isso, não seja um filme especial. Mas também não decepciona tanto.

 Bom, o nosso simpático agente tem aqui o objetivo de descobrir a identidade de um ladrão que roubou um HD importantíssimo, pois contém informações sigilosas sobre diversos agentes. Bond, então, a partir dos comandos de sua chefa M, parte para a Turquia para localizar o vilão. E, óbvio, encontrará muitos obstáculos no caminho.

 O principal problema de Operação Skyfall, são algumas pistas falsas que são colocadas no meio da projeção, dando a entender que o desfecho se aproxima. Entretanto, isso não ocorre e o filme se estende um pouco mais. Enfim, sem me recordar no momento a exata metragem dos outros filmes, esse aqui é extenso demais! E o roteiro de Neal Purvis, Robert Wade e John Logan é bastante confuso também. Sabe-se, de imediato, que Bond precisa recuperar uma certa lista capturada. Somente depois, surgem maiores informações dessa tal lista que, para o espectador desatento, podem aparecer despercebidas. Para mim, o fato de querer ultrapassar os típicos 120 minutos de metragem, apenas para seguir a tradição de série em que todos os filmes são longos, não foi muito interessante. É verdade que a fotografia torna o interesse maior por conta de pontos turísticos da Turquia que são mostrados. E as sequências de ação também são competentes. Mas, não há uma cena memorável que registre o espetáculo. E olha que o diretor da vez é o oscarizado e experiente Sam Mendes, de Beleza Americana.

 No elenco, o galã Daniel Craig ressurge forte e firme na pele do agente, o que permite concluir que ele continue como 007 por mais um bom tempo. Mas, quem rouba a cena, é Javier Bardem, interpretando um vilão extremamente amalucado e bem efeminado. Se há algo de novo, talvez, pode se dizer que seja a caracterização do vilão. E eu não iria estranhar se Bardem fosse nomeado ao Oscar 2013 de coadjuvante pelo papel. Além deles, o inglês veterano Albert Finney tem papel importante no final ( momento em que é explicado o título Skyfall ). E Ralph Fiennes tem um papel fácil de se cair no esquecimento, como um dos agentes superiores de Bond ( se houver outra aventura, o papel será maior, certamente ). Agora, o curioso está no elenco feminino. Aqui, temos duas bondgirls: a mulata Naomie Harris ( de "Extermínio" e "Piratas do Caribe 2 e 3" ), que faz a parceira de Bond, e a francesa Bérénice Marlohe ( fazendo sua estreia em Hollywood ), como a misteriosa sedutora. As duas são competentes e encantadoras. No entanto, não são memoráveis, e têm pouco a fazer em cena. Espera-se mais ação, pelo menos por parte de Naomie, mas isso fica apenas na promessa. Assim, as portas são abertas para a veterana Judi Dench brilhar. Essa é a 1ª vez que sua personagem M ganha ares de protagonista, depois de diversas participações em vários filmes da série. Fato merecido para uma das grandes atrizes do cinema.

 Espero que o próximo lançamento seja mais ousado, mais original, mais interessante, e mais eletrizante também ( como filme de ação recente, nada supera o último episódio de Missão Impossível ). Esse, infelizmente, ficou a desejar. Claro, o que não significa que seja ruim. Mas, quem não está acostumado com a série, pode achar um pouco confuso. Enfim, fica a dica. Abraços!

TRAILER:

domingo, 25 de novembro de 2012

4 Anos de Arquivo Cinéfilo

Ah, só pra constar: 30 de setembro desse anos, 2012, o Arquivo Cinéfilo fez 4 anos. E eu acabei deixando passar a data, mas jamais posso deixar de passar essa informação. Eu desejo que meu blog cresça em diversos aspectos, mas, ultimamente, por conta do trabalho, tenho me dedicado muito pouco a ele. Mas, estudarei possibilidades de inovações e novidades. Espero que dê tudo certo!!! No mais, agradeço a todos que encontram um tempinho no cotidiano para entrar no meu espaço. Muito obrigado!!!!!!! Abraços!!!!